Até por que, não só de desfiles sobrevive o Identidade Brazuca. A exposição de fotografia abriu o evento na última segunda, 18. A fotógrafa e atriz Lizandra Olavrak apresentou em sua exposição “Pedaço Esquecido” um retrato de Campinas após o fim do comércio, uma mistura de vazio e solidão. Pombos, fios, arquitetura antiga, pessoas na rua que mais se assemelham a almas. As fotos da Lizandra estão todas disponíveis em nossa revista virtual, clique aqui
Convidados apreciando a mostra fotográfica
Foto: Fabiana Novaes
Foto: Fabiana Novaes

No dia anterior ao Identidade Brazuca, rolou o passeio fotográfico em Campinas, com o pessoal do Fotoclube e a historiadora Ronara. As melhores fotos do passeio também estavam na exposição do Identidade Brazuca  e vão estar na segunda atualização da Revista IB, dia 31 de outubro.
Passeio Fotográfico na manhã de domingo em Campinas
A atração musical do Identidade Brazuca ficou por conta dos professores da escola de música e dança de Campinas Gustav Ritter. O repertório instrumental caminhou por músicas da Bossa Nova como “Wave” e sucessos da MPB como “Mania de Você”, “Flor de Liz”. O ponto alto do show foi quando o professor Oldeney do violoncelo convidou todas as pessoas presentes a cantar o refrão da música “Se” de Djavan. Formou uma harmonia de vozes, palmas e instrumentos.

Érika Veroneze apresentando os músicos

Foto:  Fabiana Novaes
Falando em música, para finalizar o Identidade Brazuca, haverá o Café Filosófico com o tema “MPB: A identidade da música brasileira” no Bolshoi Pub no próximo  domingo, 24, ás 17 horas. Com a participação do músico Laércio Correntina e o produtor cultural e jornalista Pablo Kossa. A entrada são 2 kgs de alimentos não perecíveis (exceto sal, farinha e fubá). Imperdível né?
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